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Maite Perroni ficaria triste caso o documentário e o “Live in São Paulo”, gravados pelo RBD durante a “Soy Rebelde Tour”, nunca fossem lançados. Mas existe essa possibilidade. “São projetos muito lindos, que não sei quando vão ganhar vida para serem compartilhados com as pessoas. Seria uma pena se não fossem lançados”, a atriz e cantora declarou em entrevista ao canal Televisa no México. Segundo ela, o registro ao vivo do show está “espetacular”.
Para que os projetos cheguem ao público, os cinco integrantes remanescentes do RBD – Anahí, Dulce María, Christian Chávez, Christopher von Uckermann e a própria Maite Perroni – precisam chegar a acordos. Mas a relação entre eles está estremecida. Alguns muito mal estão se falando. Os projetos estão suspensos por tempo indeterminado.
De certa forma, Maite está encerrando seu ciclo com o RBD. Ela lançou um livro de fotos dos bastidores da turnê no México nesta semana. No evento, reuniu jornalistas e fãs. A publicação do livro é também uma despedida, de certa forma. “O que quero dividir é um pouquinho dessa experiência de um lugar humano, real, genuíno, do que foi subir no palco no puerpério”, conta Maite.
O livro é um projeto só dela, então não depende de acordos com os demais membros do RBD. Andrés Tovar, o marido da artista, que trabalhou como produtor no documentário não lançado, também falou sobre o projeto no evento da esposa.